O FLAM – I Festival Latino-Americano de Arte e Menstruação que acontece de 26 à 29 de março de 2026, na Casa de Cultura Mário Quintana em Porto Alegre-RS, com proposta de se tornar um ponto de encontro continental entre arte, corpo, educação menstrual e debate social, está com inscrições abertas para o mapeamento de artistas e pesquisadoras latino-americanas interessadas em compor a programação, até dia 7 de janeiro no site/formulário: https://forms.gle/
As inscrições estão abertas para artistas, coletivos e pesquisadores da América Latina. Podem ser submetidos projetos que tratem da menstruação com abordagem sensível, crítica e socialmente engajada, em linguagens como audiovisual, performance, artes visuais, literatura, música e propostas educativas, mas também que versem sobre temática transversais afins, como menopausa, corpo, gênero, ciclicidade, sustentabilidade.
O FLAM pretende abordar a menstruação em suas dimensões artístico-cultural, pessoal e política, ecológica e educacional, usando a arte como ferramenta para ampliar o diálogo público e aproximar diferentes realidades menstruantes da América Latina.
A diversidade é um dos eixos centrais: o evento busca integrar discussões sobre raça, gênero, classe e meio ambiente, além de valorizar saberes e perspectivas latino-americanas, incluindo narrativas de povos originários e pesquisas artísticas contemporâneas sobre o ciclo menstrual.
O festival já conta com a participação confirmada de importantes nomes da educação menstrual e das artes latino-americanas, entre eles: Carolina Ramirez – educadora menstrual de Medellín (Colômbia), criadora do projeto Princesas e diretora do Emancipadas – Escola de Educação Menstrual; Isa Graciano – artista plástica, escultora e educadora menstrual, idealizadora do projeto Sabedoria Menstrual, de Campinas (SP); Johana Novarin – artista, performer e oficineira do projeto Vibra Mujer, de Buenos Aires (Argentina).
Organização e curadoria
O FLAM é idealizado pela artivista e pesquisadora Camila Matzenauer, fundadora do projeto Rubra: Arte e Educação Menstrual, que há anos desenvolve ações artísticas e educativas sobre o tema. A produção é da Opará Cultural e a produção executiva e a curadoria da Mostra de Cinema do Festival são assinadas por Paola Mallmann, pesquisadora, produtora, e diretora do curta “Um Tempo Para Mim”, que aborda a menarca a partir da tradição mbya guarani. O encontro entre as duas deu origem ao festival com a intenção de potencializar a expressão criativa e o debate sobre o tema.
SERVIÇO
I FLAM – I Festival Latino-Americano de Arte e Menstruação
Inscrições: Até 7 de Janeiro de 2026
FESTIVAL DE 26 À 29 DE MARÇO
PORTO ALEGRE NA CASA DE CULTURA MÁRIO QUINTANA
Formulário de inscrições: https://forms.gle/
O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis nos canais oficiais do festival. O evento reforça o chamado: um festival para quem sangra, pesquisa, cria e transforma.
Instagram: https://www.instagram.com/
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