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HISTÓRIALEBLONPOR ESTADORIO DE JANEIRO

História do bairro: Leblon

By SINA
16 de fevereiro de 2016 2 Min Read
0

1953_LeblonBeach

O primeiro registro escrito sobre a atual região ocupada pelo bairro é um mapa feito por exploradores franceses em 1558. No mapa, a região coincide com a aldeia tamoia de Kariané. Nesse mesmo século, após a vitória dos portugueses sobre os franceses no conflito da França Antártica, o governador português Antônio Salema espalhou roupas infectadas com o vírus da varíola nas matas às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, com o propósito de exterminar os índios tamoios que habitavam a região e poder, assim, estabelecer engenhos de cana-de-açúcar na região. Em 1603, Antônio Pacheco Calheiros obteve a posse por enfiteuse (empréstimo) da região, chamada na época de “Costa Brava” ou “Praia Brava”. Em 1606, a posse das terras foi passada a Afonso Fernandes.

Em 1609, foi passada a Martim de Sá, governador do Rio de Janeiro. Em 1610, foi passada para Sebastião Fagundes Varela, que passou a utilizar a região como local de pastagem para seu gado. Em 1808, Dona Aldonsa da Silva Rosa comprou as terras. O português Manoel dos Santos Passos comprou-as em 1810. Bernardino José Ribeiro comprou-as em 1844 e vendeu-as no ano seguinte ao empresário francês Carlos Leblon, que montou na região uma empresa de pesca de baleias. Na época, as baleias, em especial as cachalotes, eram muito importantes na economia, pois forneciam óleo usado na construção civil e na iluminação pública. 1_leblon_aerial_2014Nesse período, as terras de Leblon passaram a ser conhecidas como Campo do Leblon. A partir de 1854, com a implantação da iluminação a gás pelo Barão de Mauá, o negócio de pesca de baleias entrou em decadência e Leblon vendeu seu terreno para o empresário Francisco Fialho.
Em 1878, Fialho vendeu as suas terras para vários compradores, entre os quais o português José de Guimarães Seixas, que era simpatizante do movimento pela abolição da escravidão e que utilizou as terras para abrigar escravos fugitivos. No início do século XX, a Companhia Construtora Ipanema adquiriu os terrenos, dividiu-os em pequenos lotes com ruas oficiais e, em 26 de julho de 1919, começou a vendê-los a particulares, já com o nome de “Leblon”. Em 1920, o prefeito Carlos Sampaio construiu os canais do Jardim de Alá e da Avenida Visconde de Albuquerque[6] .o-que-tem-para-fazer-no-leblon-1

(fonte Wikipédia)

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