Skip to content
-
  • Home
  • * PORTAL
  • EM PAUTA com Mel Inquieta (live)
  • https://www.facebook.com/
  • https://twitter.com/
  • https://t.me/
  • https://www.instagram.com/
  • https://youtube.com/
REDE SINA REDE SINA

COMUNICAÇÃO,, CULTURA E PRODUÇÃO

REDE SINA REDE SINA

COMUNICAÇÃO,, CULTURA E PRODUÇÃO

  • SOBRE
  • PORTAL
  • PRODUTORA
  • CONTATO
  • Assine

CATEGORIAS

  • SOBRE
  • PORTAL
  • PRODUTORA
  • CONTATO
  • Assine
CURTA DESPERTOS
Close

Search

REDE SINA REDE SINA

COMUNICAÇÃO,, CULTURA E PRODUÇÃO

REDE SINA REDE SINA

COMUNICAÇÃO,, CULTURA E PRODUÇÃO

  • SOBRE
  • PORTAL
  • PRODUTORA
  • CONTATO
  • Assine
  • SOBRE
  • PORTAL
  • PRODUTORA
  • CONTATO
  • Assine
  • https://www.facebook.com/
  • https://twitter.com/
  • https://t.me/
  • https://www.instagram.com/
  • https://youtube.com/
* SINA AUTORALFelipe FreitagTodas

Três poemas atarantados de Felipe Freitag

By felipe
26 de novembro de 2025 3 Min Read
0

Poema para um tipo de amor

 

Meu amor é uma mola propulsora.

Cada horizonte circular é um ponto de força

A conduzir energia a seus pares.

Meu amor, assim como isto em mim, é um desencadear.

Aceite o meu sem freios-sem receios.

Aceite os meus reflexos recorrentes-plasmados

Aceite que a paisagem sardenta do seu rosto

Impede a minha tristeza.

Aceite que o som sibilado de sua voz

Devolve a minha orientação.

Aceite que norte, sul, leste e oeste

São o bonito raiar que vejo nas linhas de sua face preguiçosa a acordar.

Aceite que minhas repetições incompreensíveis

Têm relação com o palpitar do meu coração quando de um beijo seu.

Aceite que minhas unhas roídas

São a resposta à sua ausência.

Aceite-me com isto.

Porque é…

Isto que me faz olhar quatro vezes pela janela em busca do seu sorriso no portão.

Isto que me faz inundar o apartamento com o perfume de pães de queijo no forno.

Isto que me faz acariciar os seus cabelos até você adormecer.

Isto comigo também sou eu.

Eu a aceitar os espinhos das suas mãos a inverter a ordem do tapete em meu quarto.

 

Engenheiro e arquiteto

 

Por que me deixas tão quietinho?

Não quero imolar-me; cordeirinho: preciso tanto do errado.

Nadar, afogar, ser salgado. Alça, trapa.

Ponha um tiquim de ternurinhas.

Embora com as tuas mãos pesadas

Em minhas costas; aperte tanto! não suporto esperar!

Machuque muito!

Já não tenho a mesma graça.

Meu sorriso é fumaça.

Passos largos, não ligeirinhos.

Mamãe me criou para santinha.

Feminina ovelhinha.

Papai me alimentou com histórias bobas de futuro grandioso-epopeias embananadas.

Ora meu pequeno!

São delírios, somos tolos.

Nada resta, tudo se empresta, quiçá…

“…esses dias tinha um menino tocando aqui; tão fundo, tão alma, tão devaneio de Dalí.”

Comédia pastelão, senhorzinho…

Eu amoadinho (biotônico fontoura?).

Tênis gasto. Nem mais rastro.

Pouquinho?

Estrela que folga.

Deixo agora de falar.

Vou ao colo de mamãe; ela ainda pode me ninar.

 

Lesões

 

[Eu nunca tenho nada né?

Nem um coro me exaltando,

Nem um ploc no fundo do estojo velho.

Nem mesmo paracetamol escondido.

Eu sou mesmo esconderijo.

FOCO ABERTO?]

 

“senhor fazei de mim um instrumento de vossa paz

nós somos todos viandantes, mas é difícil sempre andar

junto às fontes de águas puras, repousantes eu vou

eu só sei dizer que eu quero te amar

a segurança em meus barco encontrarás

tão certo como a ar que eu respiro

santo antônio pequeninho reza missa no altar

cachorrinho está latindo lá no fundo do quintal

as crianças tão dizendo que mamãe é coisa boa

graças pelo azul celeste e por nuvens que há também

por nossas fraquezas humanas

por que será que todo beleza do mundo, que enfeita nossos olhos morre em nossas mãos?

quem não teve uma paixão quando criança

uma morena, outra loirinha, danço com as duas prá que não fiquem sozinhas

nós somos joóvens, joóvens, joóvens, somos do exército, do exército do surf

salve regina, padre albino, foi e agora se foi, anel verde de plástico, pão de cebola, veneranda, gibi da xuxa, colher torta, pinhão nas grimpas, salve regina, café coado, milho debulhado, xarope de groselha, salve regina…”

 

 

 

 

 

FELIPE FREITAG é graduado em Letras Português e respectivas literaturas (licenciatura) pela UFSM e é mestre em Estudos Linguísticos pela mesma instituição. É educador linguoliterário (com uma pausa forçada nos últimos tempos). Dedica-se à escrita literária e já ganhou alguns prêmios nessa área, mas isso não importa tanto…

 

Please follow and like us:
error
fb-share-icon
Tweet
fb-share-icon
Author

felipe

Follow Me
Other Articles
Previous

Universidade e governo unem forças para transformar territórios pela inovação

Next

Onde começa a violência de gênero? por Mel Inquieta

No Comment! Be the first one.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

CATEGORIAS

Comentários

  1. Idalina em  As Ruínas do Bosque Vermelho | um conto de Carolina de Sá Schirmer
  2. Renata De Andrade em  As Ruínas do Bosque Vermelho | um conto de Carolina de Sá Schirmer
  3. Manifestos pela preservação de espaço público destinado à cultura na Gare - Rede Sina em Manifesto do Coletivo Memória Ativa EM DEFESA DE PATRIMÔNIO FERROVIÁRIO – GARE DA VIAÇÃO FÉRREA
  4. Maria Paulillo em BOCHA, O MAIOR CHIBEIRO DO RIO URUGUAI. por ROGER BAIGORRA MACHADO
  5. Ronaldo Miguel dos Santos Júnior em Da “remada viking” ao “créu”: a torcida e a cultura do estupro no Brasil | por Mel Inquieta

categorias

Copyright 2026 — REDE SINA. All rights reserved Rede Sina Blogsy WordPress Theme