POEMA MESTIÇO por MARCELO CANELLAS
Os pés de Pablo ainda palmilham n’alguma calle escura de Santiago. Mas cem sonetos de amor não calam dez milhões de canções DESESPERADAS na costa do Pacífico. E a neve alva do Peru beija o Atlântico numa pororoca de saliva andina. Bocas de rumba, merengue, tango e milonga: Lobão saiu na bateria da Mangueira. Da … Continue lendo POEMA MESTIÇO por MARCELO CANELLAS
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