Escrever entre o sucesso e a beleza por Paulo Ludmer
Centenas de pessoas escrevem ficção no país. Movimentam anualmente centenas de milhões de Reais. Delas vivem pequenas editoras, gráficas, oficinas de escrita, livreiros e livrarias, sebos, mensageiros, acadêmicos de letras e muitos outros satélites…
10 POEMAS DE PAULO LUDMER
XIV A sombra lufa de frescor no descanso do ar, nos estuários de balbúrdias nos sofás, penteia a crina do vácuo. Refrigera pés descalços nas estradas. Viceja na partitura do errar Por frestas da necessidade. (este é o poema de número XIV do…
8 POEMAS DE PAULO LUDMER
Bamboleio Penhoro cabelos, agora grisalhos, desejos, exílios no tempo, reminiscências, algumas de contentamento, mistérios e enredos postiços, peso e leveza nesta lista escorregadia de destroços, fardos e saberes. No arquipélago do garbo sem recato,…
Paulo Ludmer lança livro novo: Filactérios
Nosso colaborador Paulo Ludmer lança o livro Filactérios. Ludmer é poeta, contista, jornalista, engenheiro, professor (www.pauloludmer.com.br), Autor de Fagulhas (Realejo livros), Fonte (AGE), Falésia (Espaço Editorial) e Foz (Espaço Editorial) entre 25…
Sarapintado por Paulo Ludmer
Ostra na rocha não sei do mundo, a grama cresce sozinha. Não sei dos embaixos, não sei das moscas, mas da volta das lepras velhas. Pausar, parar, areja a fala distante do perfume da aurora, das volúpias do alçapão do amor sarapintado no marulhar do verbo…
Parabéns Paulo Ludmer!
Hoje é aniversário de um dos nosso colaboradores muito querido, Paulo Ludmer. Ele é poeta, contista, jornalista, engenheiro, professor, autor de Fagulhas (Realejo livros), Fonte (AGE), Falésia (Espaço Editorial) e Foz (Espaço Editorial) entre 25…
ARRANJOS por PAULO LUDMER
Beleza na seiva do sofrer, coragem na dor, jorram pepitas reluzentes, couro, cola, ilhós e sovelas das sapatarias evanescentes. As molduras do ser nem são eternas, nem a simplicidade ornamental, jorram alteridades entre ausências e silêncios das…
ANTES por Paulo Ludmer
O céu é o mesmo dos gregos, mais sábio, menos espontâneo. As coisas formadas por dobras, as peles de fronteiras, sempre nascem hirtas de pinheiros. Há suplício nos rostos, vincos. Que não se larguem as mãos, honradas, grosseiras, calosas, ásperas, lisas,…
Poesia: SÚMULA de Paulo Ludmer
Penhorei cabelos negros, marrons, grisalhos, aprisionei desejos em barras de ferro, níquel, cromo, alumínio, engaiolei reminiscências (muitas de contentamento), representei climas postiços e enredos justos. Gratidão pesou, vingança não, nesta…
No Roteiro POR PAULO LUDMER
Praga de certezas a iludir tolos, embala escopetas buliçosas, brada, oprime, degrada, ira, lacra curiosidades, infla fogueiras e nevoeiros. Vaga no escuro de ossos e sangue fresco, jejua luz, diz sem domicílio, mágoa a bombordo, fúria na…